Por que Indiana, João?, Danilo Leonardi

POR_QUE_INDIANAN_JOAO_1405533027PUm livro que para mim foi complicado ler por motivos de expectativa. Mas valeu muito a pena.

“Por que Indiana, João?” é o primeiro trabalho de Danilo Leonardi, criador do Cabine Literária e o que você tem que saber sobre “Por que Indiana, João?” é que ele fala sobre bullying. Confesso que no começo eu fiquei com o pé atrás devido ao tema, já explico porque: este é um tema abordado por vários autores, então bateu aquele medinho do livro ser “só mais um entre os outros”, mas não é!

Quem ficou sabendo de algumas notícias nos últimos anos, vai encontrar várias referências durante a leitura, não vou contar porque seria spoiler. Mas além das referências sobre o bullying, temos muito Legião Urbana e Danilo abordou seu próprio mundo em “Por que Indiana, João?”: João, assim como o escritor, tem um canal no YouTube.

Este é um livro bem real, escrito de forma leve e sem rodeios. Te deixa ansioso para saber o final e quando você chega na última página “como assim acabou?”. Foram 201 páginas muito bem aproveitadas.

Skoob

Marley & Eu, John Grogan

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Fiquei pensando em mil maneiras de falar sobre Marley & Eu, mas não encontrei. Acho que todos conhecem a história, então não vou me prolongar.

Foi uma experiência de leitura ótima e fiquei com vontade de ter um cachorro. A leitura é leve, apesar de rolarem algumas lágrimas no final. Eu não me apeguei tanto assim a história, acredito que foi porque eu nunca tive um cachorro. Em vários momentos eu idealizei meu gato, ou todos os gatos que já tive na vida, isso trouxe um sentimentalismo para a leitura, mas acho impossível não se apegar ao Marley. A menos que você odeie todos os animais do mundo.

Essa é uma leitura que eu recomendo para aquela tarde chuvosa, em casa. Chuva me deixa feliz, apesar de seu to melancólico. Combina perfeitamente com o tipo de livro que é Marley & Eu. O filme já não sei dizer, tenho que rever e assim que o fizer, venho fazer mais um daqueles posts comparativos (que são meus preferidos!).

Como eu disse, não vou me prolongar, até porque eu não tenho nada a acrescentar e eu estaria apenas deixando o texto maçante. A mensagem que fica é essa: vá ler o livro!

Skoob

The Go-Getter (2007)

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Aqui temos uma road trip, Zooey Deschanel e músicas maravilhosas que ganham seu próprio espaço no enredo. Não, não é um musical. Elas apenas combinam com tudo o que está acontecendo.Gostei de saber que é uma produção independente. O filme em geral é bem monótono e as coisas vão acontecendo uma de cada vez. Foi bem produzido e não deixou a desejar em nenhum momento. É uma história leve, que vale a pena ser assistida. The Go-Getter foi outro filme que me ganhou pela trilha sonora. São peças que se encaixam em perfeita harmonia.

Tentei buscar palavras para descrever a experiência de assistir à este filme, não encontrei. Tudo se resume a simplicidade. O texto é curto porque estou tentando colocar em palavras tudo o que estou sentindo desde domingo. The Go-Getter é um filme que vale a pena ser assistido.

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IMDb

Sasameki Koto, Ikeda Takashi

 
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A história de Murasame Sumika, uma garota inteligente e atlética que está apaixonada por sua melhor amiga Kazama Ushio. Incapaz de confessar seus sentimentos, Sumika pode ficar apenas ao lado de Kazama e cuidar dela. Um dos maiores obstáculos para esse amor não é o fato de ambas serem garotas, mas por que Sumika não é o tipo de Kazama, que prefere garotas fofas. Então como Sumika irá fazer?

Falando assim, parece uma história bobinha. Nunca acredite 100% na sinopse de um mangá. Eu mesma não esperava por nada, mas o Sasameki Koto conseguiu me prender. A história é fofa, engraçada e leve. Sabe aqueles dias em que você não quer ler nada muito complexo? Mas isso não tira o mérito do mangá. Não me entenda mal, é muito bom. Recomendo.

O enredo basicamente narra o cotidiano de Sumika e Kazama e como cada uma lida com o “ser lésbica”. Fiquei completamente obcecada querendo saber a continuação a cada vez que terminava um capítulo, não parava de ler  para nada, virei a noite várias vezes com Sasameki Koto e todas valeram a pena. É engraçado, é fofo, é divertido, é amor. É uma leitura de altos e baixos, conta com várias reviravoltas e sempre que parecia que ia rolar: fuem! Mas aquilo me prendeu.

Com o progresso da leitura começamos a nos aprofundar aos poucos as personagens principais. Quando Sumi finalmente percebe que está apaixonada, é a coisa mais fofa do mundo. O foco não fica apenas na construção do relacionamento das garotas, temos várias histórias paralelas, o que não deixa o mangá cansativo em momento algum. Um dos meus personagens favoritos, apesar de aparecer pouco, é o Akemiya-Kun, ele é um amor. Durante a leitura entramos em contato com a cultura japonesa, como suas comidas, festas, tradições e muito – mas muito – karatê. O pai da Sumika é dono de um dojo.

Enquanto eu lia durante a semana, fui dormir todos os dias a partir das 3h da manhã, porque fiquei completamente consumida pela história. Ficava no “vou ler só mais  um capítulo” e quando via, o sol já estava nascendo. Is that the sun?! Acho que se não fosse a necessidade de dormir, porque afinal temos uma vida, somos todos humanos, eu teria terminado bem antes. O bacana é que, com as reviravoltas, as vezes o capítulo não termina tão “meu deus e agora”, daí você consegue dar uma pausa, mas é difícil, a grande maioria eu não consegui largar.

Para não revelar muito do enredo, só digo que vale muito a pena ler este mangá se você estiver afim de ler um romance gostoso de ser lido. Fica a dica!

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Pensei em mil maneiras de começar este post. Ontem eu completei 20 anos.

O dia de ontem foi resumido a trabalho, pizza e Percy Jackson. Em abril eu fiz uma lista de “20 coisas para fazer antes dos 20″ e das vinte digamos que finalizei dez. Com essa lista aprendi que sou uma só, não posso ver filmes, séries e ler tudo ao mesmo tempo, muito menos fazer tudo isso em um dia só, afinal o dia só tem 24h, não posso ter mais horas que as outras pessoas e que, deu meia noite? Hora de dormir. Aprendi que as vezes a única coisa que eu quero é ficar horas tentando descobrir que qual filme é aquela música enquanto jogo Flash Pops, ou dormir o dia todo, ou colocar alguma série em dia, (mas minha internet é lenta demais para isso), ou ver um filme, ou ler.
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Aos quase-20 cortei meu cabelo curto-de-verdade pela primeira vez, bem curto atrás e mais longo na frente e aprendi que amo ter cabelo curto. “Ai, mas cabelo longo deixa a mulher mais feminina!”. Dois textos de presente para você: o da Lully e o da Lola. Sou a mesma pessoa, só que com o cabelo mais legal. “Aimeudeuseu-tô-parecendo-um-MANGÁ!”. Nada supera minha reação no dia do corte. Um palmo inteiro e um pouco mais.  

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Aos quase-20 minha consciência voltou a doer quando o assunto é comer carne e comecei a pesquisar um milhão de coisas sobre vegetarianismo. Tenho 20 anos e ainda sei cantar a abertura de Dragon Ball Z, sei todas as coreografias de High School Musical e nunca serei velha demais para a Disney. Leitora ávida e cinéfila de coração, não gosto de futebol, mas assisti todos os jogos do Brasil no trabalho e zoei muito quando ele perdeu de 7×1 para a Alemanha. Acho que aprendi a gostar de copa do mundo. E não tem nada mais legal do que descobrir o que aconteceu nos últimos 20 anos ao redor do mundo enquanto eu aprendia por aqui o que é crescer, amadurecer e viver. Li muitos textos sobre o que e como é ter 20 anos e cheguei a conclusão que ninguém sabe. Eu tenho e ainda não sei. Muitos dizem que ter 20 anos é “não ser velho nem novo demais para nada”, mas na minha opinião, nunca se é novo ou velho demais. São apenas números.

Sobre o blog, bloggar e tudo mais

O blog está de cara nova e resolvi escrever alguns poréns: lá no post de Rent eu coloquei uma nota, mas fiquei pensando e isso vale uma postagem.

“Nota: Bom, tecnicamente era para esse post ter saído domingo, eu comecei a ver o filme domingo, mas por motivos de força maior (internet lenta), o player deu problema, então terminei ontem, 14/07, quando cheguei do trabalho. Justamente por ter frustado minhas próprias expectativas, resolvi mudar algumas coisas por aqui. Eu originalmente planejei publicar duas postagens por semana, mas percebi que não dá. Motivo 1: ressaca literária. Motivo 2: eu estava me pressionando. Posso explicar. Voltei a bloggar pela saudade de escrever, mas me empolguei tanto que estava virando obrigação. Pois é. Vou deixar as coisas fluírem como devem ser. Terminei um livro? Venho contar o que achei. Assisti um filme? Venho contar o que achei. Cozinhei? Venho contar se queimei ou não a panela. Não vou abandonar meu queridíssimo, só vou fazer as coisas da forma como devem ser feitas.”

Bom, eu sou uma pessoa difícil. Quando entro em alguma coisa, entro de cabeça, mas nem sempre sei nadar. Sempre quero fazer mais coisas do que sou capaz e no fim acabo procrastinando. Acho que é por isso que eu nunca consegui terminar uma história. Eu planejo demais, começo muitas coisas e não termino nada.

A conclusão disso é que, se antes eu postava apenas aos domingos, aquela era a melhor forma de ter o que postar, mas não quero ter algo agendado para postar: quero fazer, escrever e compartilhar. Essa para mim sempre foi a essência de ter um blog e sempre o motivo pelo qual criei este e meus outros zilhões de blogs perdidos por aí.

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Sempre siga os conselhos do Mestre Yoda.

As Crônicas de Nárnia [#1]: O Sobrinho do Mago, C.S. Lewis

narnia-sobrinho-do-magoBem vindo à Nárnia!

No primeiro livro somos apresentados não apenas a Nárnia, mas também a outros mundos. Charn o reino destruido e o Bosque Entre Dois Mundos, quero morar lá. Conhecemos a Feiticeira Jadis, também conhecida como Feiticeira Branca e descobrimos como Nárnia foi criada.

O começo da história se passa em Londres, com Digory e Poly entrando por engano no sótão da casa de Digory, onde seu tio, feiticeiro, está fazendo testes com porquinhos da índia, os enviando para um mundo desconhecido, como os porquinhos não podem voltar e contar o que tem do outro lado, ele quer enviar os garotos. Tudo vai muito bem até que ele os engana mandando Poly primeiro e Digory tem que ir para salvá-la, e aí a história finalmente se desenrola.

Eu achei o livro um pouco parado, mas não deixou a desejar, ele tem 100 páginas e a história tem começo, meio e fim apesar dos ganchos deixados por Lewis. Se você, assim como eu, só viu o filme de 2005, finalmente entende porque aquele guarda-roupa leva à Nárnia. Não vou te contar porque é spoiler.

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Minha edição é o Volume Único da Editora WMF Martins Fontes, a folha é branca e dá para ver do outro lado, mas nada que atrapalhe a leitura. Apesar de odiar a capa, convenhamos que ela é bem sem graça, amei as ilustrações, são lindas. Tem uma ilustração para cada livro e uma no começo de cada capítulo. Obras de Pauline Baynes, aqui tem algumas ilustrações que ela fez para o Lewis.

Existem duas formas de leitura para os sete livros: ordem de publicação e ordem cronológica (a ordem do meu volume). Fica a critério do leitor. Eu não sabia disso até pesquisar, mas a ordem de publicação é a seguinte:

  1. O Leão, a Feiticeira e o guarda-roupa
  2. Príncipe Caspian
  3. A Viagem do Peregrino da Alvorada
  4. A cadeira de Prata
  5. O Cavalo e seu Menino
  6. O Sobrinho do Mago
  7. A Última Batalha

Não faz muito sentido se você levar em conta que O Sobrinho do Mago narra acontecimentos que antecedem e explica algumas coisas que aparecem em O Leão, a Feiticeira e o guarda-roupa e O Cavalo e seu Menino narra acontecimentos que ocorrem no tempo descrito num parágrafo de O Leão, a Feiticeira e o guarda-roupa, ou seja, depois deste. Curiosidade do dia: a ordem cronológica foi sugerida por um leitor dos livros da série ao próprio Lewis! Aqui nessa página da Wikipédia tem a explicação certinha da ordem de leitura, foi de lá que tirei essas informações.

Enfim, O Sobrinho do Mago foi um livro que adorei ler!

 

Rent: Os Boêmios (2005)

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Peguei um filme aleatório para assistir e caí logo em musical! Rent é uma adaptação para o cinema do musical da Broadway de mesmo nome.  O filme não tem um personagem central. Ele acompanha a vida de um grupo de amigos que enfrentam os obstáculos da pobreza e da doença em Nova York no final dos anos 1980.

Quando comecei a assistir pensei “é um musical, que ótimo, uma coisa leve para terminar esse domingo.”: eu estava errada. Rent é um filme sobre amor, esperança, luta e vitória. O filme praticamente não tem diálogos, porque eles cantam o filme todo, mas vale muito a pena porque todas as músicas, sem exceção, são ótimas! Vou linkar uma playlist no final do post com todas as músicas do filme!

A parte mais divertida foi com certeza a parte de La Vie Boheme, mas o filme todo é bem triste. Dá para tirar muito da história, se você espremer, tem sempre mais alguma coisa para levar para sua vida. Nada é maior que o amor, igualdade é um direito e a vida não dura para sempre, no day but today. Simplesmente viva o hoje.

Sendo bem sincera, não é meu filme ou musical favorito, apesar da trilha sonora ser maravilhosa, mas eu com certeza vou rever Rent um dia. Segundo o site Cineplayers, essa é a trilha completa de Rent, sim, estou babando nas músicas até agora! Rent me ganhou pela trilha sonora, desculpa mundo.

IMDb

It’s Kind Of A Funny Story, Ned Vizzini

Funny_Story_frontA pergunta que fica é: por que não publicaram esse livro no Brasil?

Foi minha primeira leitura em inglês, nada na história foi surpresa pra mim porque eu assisti o filme antes, sabe aquele filme com o Zach Galifianakis, que fez “Se Beber, Não Case!”? Então, ele também fez Se Enlouquecer, Não Se Apaixone”, que é a adaptação de It’s Kind of a Funny Story. Desde que descobri o filme, há muito tempo atrás, fiquei com muita vontade de ler, só que não tem tradução, finalmente resolvi praticar meu inglês e peguei para ler.

A história é boa, apesar de só realmente me prender do meio para o final. Não culpo a dificuldade com língua, seria injusto, porque digamos que entendi uns 80% do que o livro queria passar, conhecer a história ajudou bastante, claro, mas consegui interpretar o que o autor quis dizer na maioria das vezes.

O livro já começa com uma frase impactante que não tem nenhuma relação com o título: “It’s so hard to talk when you want to kill yourself.” A história é narrada em primeira pessoa, pelo Craig, um garoto que tinha tudo para ser “normal”, mas tem depressão. Como eu disse, o livro só começa a andar mesmo depois que o Craig surta e vai para o hospital psiquiátrico, e isso não é spoiler, está na contra capa do livro!

Apesar de ser um livro sobre um garoto com depressão, eu ri bastante! Sem maldade, Craig tem umas falas geniais. Da forma como é narrado, você não sabe se ele está falando consigo mesmo ou com o leitor, o que também é muito legal. Acho que fiquei uns 5 minutos rindo dessa parte: com tudo o que ele está passando, se preocupa em parecer clichê, porque é melhor ser apenas um adolescente deprimido do que um adolescente-deprimido-drogado.

Maybe that should be me. If I were on drugs that good, maybe I wouldn’t have time to get depressed. It’s heroin, right? That’s what I need: some heroin. But I reconsider. First of all, it’d be pretty tough to ask my friends: Hey, who knows where I can get heroin? They’d think it was a joke. Plus it has the worst nicknames: “horse,” right? How could I ask for “horse” with a straight face? And, if I were doing heroin, then I’d be a depressed teenager on heroin. I didn’t need to be that cliché.

Uma coisa importante a ser dita: Craig Gilner não sofre bullying, tem amigos e uma boa relação familiar. Seus problemas não são consequências das mesmas situações que muitos outros personagens de outros livros ou filmes passam, isso me chamou atenção.

Durante a história acompanhamos a luta de Craig contra si mesmo e assim como o nome da adaptação entrega, ele se apaixona no hospital. O amor e seus desenhos o ajudam a lidar com o que ele está passando, para quem leu ou ler, percebe que a capa tem tudo a ver com história.

Recomendo o livro e o filme!

Goodreads | IMDb

Frozen: Uma Aventura Congelante (2013)

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Que filme lindo!

Um perfeito filme da Disney! Tem tudo o que um filme da Disney precisa: princesas, lição de moral e música!

Elsa nasceu com um poder-barra-maldição, onde ela pode controlar o gelo. Na infância, machuca por acidente sua irmã, Anna, que com magia é curada, mas fazem com que ela não se lembre de nada para sempre, “para seu próprio bem”. Elas se afastaram por Elsa ter medo de machucá-la novamente, até que no dia da coroação de Elsa, ela se descontrola e mostra seus poderes para todos, por acidente também, eles ficam com medo e ela foge, deixando o reino congelado, Anna vai atrás da irmã mais velha tentar entender e consertar as coisas.

O mais bacana de tudo é que apesar do discurso “apenas o amor verdadeiro poderá salvá-la”, não é o amor-romântico que mostra as caras, e sim o amor fraternal! Estamos acostumados com o roteiro clichê da Disney, onde o príncipe salva a princesa e eles vivem felizes para sempre, aqui não: Frozen é uma história de sacrifício e recompensa.

Claro que temos o romance, alô, é Disney, mas no filme todo ele fica em segundo plano. Frozen tem personagens incríveis, tanto as irmãs, quando Kristoff, sua rena Sven e Olaf o boneco de neve.

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A trilha sonora é perfeita, mas minha música favorita com certeza é Let It Go, deixa uma mensagem de desapega do que te faz mal e seja livre para fazer suas próprias escolhas sem se importar com a opinião dos outros. Bem Disney, né? Vale muito a pena assistir Frozen!

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